domingo, 16 de março de 2014

Vivência Mediúnica





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sexta-feira, 14 de março de 2014

COMUNICADO E APELO DE ASHTAR SHERAN




    COMUNICADO E APELO DE ASHTAR SHERAN 



 

Luz à Terra !
Paz aos irmãos terráqueos !

 

Na contingência atual do vosso planeta, quando se evidenciam estratégias preocupantes dos'xopatz', seres elementares ígneos de primeira dimensão, estamos unidos e em conexão com as falanges da AUMPRAM - AUMBANDHAN, quando, em conjunto de forças e recursos de ordenações de vários aportes energéticos de muitas galáxias, também acessamos e pleiteamos auxílio aos deuses ígneos de estratosferas e interiores de muitos orbes de segunda dimensão, a fim de contermos a onda de incêndios acionados por eles, os xopatz, movidos por dispensações maléficas de engenharia magística de grupos de poder fictício em vosso planeta. 
Lembrando que tais forças primitivas não têm consciência ou racionalidade sobre o que os move, sendo manipulados por arbitrários seres inconsequentes.


Solicitamos a todos os trabalhadores da luz envolvidos com os eventos de ancoragem de forças cósmicas, a nível de condução magística cosmotelúrica, que acionem liturgias na vibração hídrica e eólica, convocando as forças dos orixás das águas e dos ares, a fim de equilibrarem as repercussões desastrosas das estruturas confeccionadas por exímios magos siderais, muitos deles encarnados, de promoção incendiária, e em avanço surpreendente em todos os quadrantes de vosso planeta, sejam em edificações, aeronaves, fábricas e indústrias, escolas, matas, residências, e, o que mais nos acelera as providências...os tentames de confrontos destruidores entre determinadas nações, com riscos de mais explosões e desencarnes.

De nossa parte, ativamos sensores mais potentes que nos permitam conhecer esses intentos antes de sua consecução. No entanto, esta é mais uma urdidura que tereis que enfrentar...e que já têm observado em vosso cotidiano, sem que, no entanto, estivesses atentos a esse fenômeno que se instaura, de forma mais fenomênica, em assombrosa velocidade.


Devemos, por vosso direito, informar que sobre a questão incendiária em várias instâncias, mesmo por erro humano, a intenção dos usurpadores das liberdades e da segurança das nações e povos, atinge, sobremodo, a mente humana, por mecanismos fáceis, de forma a que, muitos dentre vós, sejam também causadores involuntários de acidentes.



Foi o que  sucedeu, em vários episódios no vosso orbe, em todos os tempos, mas, dentre eles, nesse ciclo atual, explosões recentes, queimadas, grandes e pequenos incêndios, e fatos sobre os quais nada se pressupõe, de pequeno e médio porte, até os lamentáveis episódios coletivos, como foi o que resultou com o desencarne de centenas de seres, após ações impensadas de participantes, num logradouro público, da região de Santa Maria - Brasil, além de outros tantos pelo vosso mundo, em diversos períodos, que vos tem assustado.



Nessa última, embora fatores cármicos agregados, a ação dos xopatz foi programada por astutas criaturas, atingindo o local, que se fazia propício, sem o zelo adequado em suas instalações, a bem de comover os brasileiros, enquanto forças perversas conscientes destituíam de mais atenção, de vossa parte, as instâncias de governo dessa nação específica, com suas disposições em torno de consolidação de alianças e desvio de recursos a determinadas obras designadas por inteligências agregadas a esses fatos. Com a mesma intenção de diluição da atenção geral, estão na pauta desses seres, e alguns já em andamento, queimadas em florestas, matas, e focos com fogo previstos em vilas, favelas e outros...sendo, porém, mais preocupante a mira em torno de aeronaves, ogivas, canhões e acondicionadores de gases e produtos químicos.



No intuito de que vos someis aos nossos procedimentos, em ações possíveis, nos grupos xamânicos de suporte telúrico, e de Alta Magia da Sagrada AumBanDhan ( AUMPRAM ), além dos desforços energéticos de uma diversidade de equipes de ancoragem de pilares equilibradores dos elementos da natureza, espraiados na Terra como antenas de sustentação cosmotelúrica, convocamos a todos para cuidados extremos no âmbito de manipulação do fogo, especialmente em empresas. Isso também, da forma usual, mas com mais atenção, nos lares, escolas, hospitais e demais instituições de todas as nações.

Estamos em comprometimento com a causa da transição planetária de vosso globo e da vossa humanidade, estreitando, novamente, nossa conexão com canais que se evidenciem competentes e fidedignos à nossa autêntica palavra. 



Em uníssono, continuemos na expansão de valores de altruísmo, cooperação e seriedade nas questões morais, éticas e espirituais de vossas encarnações no globo terráqueo, primando pela verdade e pela comunhão de esforços conscientes, em prol da manutenção da harmonia, do equilíbrio e da ordem, em todos os níveis, mesmo dentro do esquema purificador que ora se desenrola no regaço terráqueo, a bem de vossa evolução.

Com votos de paz e augurando que possais adotar mecanismos de verdadeira responsabilidade quanto às questões graves e vosso orbe, nas esferas de ações que vos competem, despede-se vosso irmão cósmico,


ASHTAR SHERAN











Mensagem telepática a Rosane Amantéa, na manhã de 13 de março de 20014, em Londrina- Pr- Brasil.



                                                                                      ©2014 Rosane Amantéa 
  

 

             Obrigada por incluir o link do site do autor quando repassar essa mensagem.


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domingo, 9 de março de 2014

Mensagem de Lit Mah Shialah

NIBIRU 2, OU O PLANETA X (Republicado)



NIBIRU 2, OU O PLANETA X (Republicado)
 
 

 


por Christina Nunes - cfqsda@yahoo.com.br
Não incluo este tema na série UFO dos meus artigos, e ao abordá-lo me revisto da maior cautela. A meu ver, esta questão envolve conotações bem mais amplas do que é compreendido pelos assuntos ufológicos em si; porque, por extensão, acabamos nos deparando com elucubrações acerca dos episódios desconhecidos do passado evolutivo da raça humana com interferência extraterrena, com possíveis implicações trágicas do ponto de vista climático, com conspirações dos governos mundiais, extensas ao Vaticano, no sentido de acobertar também esta realidade da humanidade por motivos nada nobres, e vai por aí afora.

Há algum tempo atrás publiquei no STUM um texto, em decorrência do recebimento das célebres fotos que até hoje circulam na net, do astro Nibiru ao lado do sol no instante do seu declive, como um segundo pequeno sol, a partir de observatórios situados no extremo Sul do Chile e na Argentina. Expus sobre as minhas dúvidas girando em torno da idoneidade daquelas fotografias que, se de um lado de fato chocam, de outro nos deixam, num primeiro momento, em estado de dúvida, não sem razão: nem o mais ingênuo freqüentador da net hoje em dia desconhece os recursos digitais capazes de nos convencer, se devidamente produzidos, de que os elefantes voam. Todavia, passado o tempo, pesquisadores sérios atestam a veracidade das fotos. Mas vamos ao que aqui importa.

Agora, após vários meses, senti-me compelida a publicar novamente sobre o assunto, em parte pela quantidade considerável de informação pouco convencional que me vem chegando ao exame desde que me envolvi seriamente com a Ufologia, e que entendo do meu dever compartilhar, quando não como estímulo à pesquisa dos interessados ou devido alerta a outros que interpretem estas informações num determinado sentido incômodo que a ninguém apetece considerar com maior detença.

Inevitávelmente, nalgum momento o assunto Nibiru voltaria a baila. Só que, desta feita, não voltou exatamente da mesma forma anterior, suscitando mais dúvidas e desconfiança do que vontade de incluí-lo na pauta dos ítens sérios e dignos de estudo. Por uma boa razão: em recebendo novos informes sobre o tema, junto com eles, e como resultado de leve pesquisa na web, surpreendeu-me uma quantidade enorme de dados baseados em fatos novos que não podem ser ignorados. Dentre eles, fotos inquietantes da própria NASA, obtidas a partir das últimas missões espaciais, deste gigantesco corpo celeste claramente detectado na sua trajetória ecliptica incomum, em trânsito transverso ao rodopio dos mundos do nosso Sistema Solar.

O professor Salvatore Salvo - pesquisador respeitável, reconhecido internacionalmente, nascido na Itália em 1929, autor do livro "A Sinfonia da Energética", Ex-professor de engenharia química da Fei, Mauá e Faap Palestrante de temas interessantes como Atlântida, Ufos Nazi, Armas escalares, Radiestesia etc. -, em palestra proferida há pouco tempo, nos dá conta de fatos dos quais eu mesma me apercebia já de há alguns anos, sem que me ocorresse as razões, aludindo ao extenso cortejo de efeitos paralelos já gritantes da presença cada vez mais próxima do chamado astro intruso - refiro-me aqui, mais especificamente, ao tamanho descomunal do brilho de Vênus. Sem engano, nos últimos dois anos não foi em duas nem três vezes apenas que, sempre na mesma época do ano, em viagem de volta do trabalho, comentava da surpresa que me causava o aspecto imenso com que o planeta surge nos céus límpidos, de jeito nenhum o habitual, por mais fosse Vênus quem mais se destacasse em brilho e tamanho na abóbada celeste em razão de sua proximidade maior da Terra em épocas exatas.

Notava tal anomalia recorrentemente, aturdida, e entre temerosa e confusa. Chegava a me questionar se seria mesmo Vênus; todavia, tratava-se realmente da estrela Vespertina, apenas que agigantada - e o motivo, me foi dado saber a partir da palestra do professor Salvatore Salvo a respeito do astro Nibiru, de seu histórico e proximidade cada vez maior do nosso mundo, e do assustador repertório de prognósticos prováveis já a se desencadearem na Terra como resultado do magnetismo agressivo do gigantesco visitante, a recrudescer, ao que tudo indica, a partir de 2009 próximo, ano indiciado como o "princípio das dores" e no qual, a partir de seus meados, já se poderá ver a olho nu o colosso em céus noturnos, como um corpo celeste avermelhado. O brilho de Vênus, pois, caros, se inclui dentre estes efeitos colaterais da presença do corpo celeste batizado como Planeta X, ou, na NASA, de Orcus.

Aliás, amigos, pipocam notícias bem objetivas sobre o assunto, e nenhuma delas de caráter especulativo. Com efeito, na edição do G1 de fevereiro deste anohttp://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,MUL330308-5602,00.html) tem-se, textualmente, que cientistas da Universidade de Kobe, no Japão, mostram um outro planeta cuja densidade é equivalente a metade do tamanho da Terra e que os estudiosos acreditam que ele está próximo do sistema solar. Os pesquisadores usaram o simulador de um computador para calcular os dados do que chamaram de ‘Planeta X’.

Noutros endereços mais seletivos e confiáveis da web existem informações extensas sobre o histórico deste planeta e sua influência catastrófica na cada vez mais comprovada e extinta civilização de Mu, bem como sobre o seu retorno a cada 3600 anos (vide http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2007/11/o-retorno-do-planeta-x-15_26.htmlhttp://semeando-estrelas.blogspot.com/2008_05_01_archive.htmlhttp://semeando-estrelas.blogspot.com/2008/06/mitologia-ser-mesmo-e-cultura-sumria.html, com riqueza de informações, ilustrações e fotos do astro a partir dos observatórios da NASA no extremo sul do Chile e Argentina). Ainda, se tiverem interesse, tempo e paciência, a esta altura encontrarão no YouTube um bombardeio de vídeos mais ou menos confiáveis sobre o fato, cabendo ao devido uso do discernimento e bom senso do pesquisador a separação do joio e do trigo neste sentido (para exemplo, visitem http://nl.youtube.com/watch?v=y-Fmnc8k-rA&feature=related. Os dizeres do vídeo são em inglês e de trato tosco, mas as imagens impressionam).

Desta feita, quando o assunto extrapola o terreno puro e simples da especulação para o de dados fotográficos e em vídeo extraídos dos próprios arquivos das agências espaciais, que de tempos a esta parte denunciam algum problema sério de vazamento sobre o qual dá o que se pensar (já que é inimaginável admitir-se que qualquer coisa que de fato se queira manter sob sigilo governamental principie a vazar para domínio público do modo no mínimo estranho, para não dizer assustador como vem acontecendo em relação aos assuntos do âmbito ufológico), é sinal de que passou o estágio de se cogitar também timidamente de uma questão que a todos atinge e interessa, pois que compromete gravemente o futuro da humanidade a curto prazo.

É, pois, chegada a hora de se enfrentar o assunto com destemor, espírito crítico e analítico. Porque o ano de 2009 está às portas e constam imagens reais de um visitante que se nos acerca precedido de um cortejo de reações sombrias, algumas das quais, impossível ignorar, já se desencadeiam nas catástrofes climáticas simultâneas e recorrentes.

Afinal, Vênus está mesmo gigantesca. E Nibiru, já bem próximo...
 
Observação do blog Terceiro Milênio
 
Como sempre os videos citados no artigo acima, não foram encontrados, isto é, foram deletados.

 
 

sexta-feira, 7 de março de 2014

O Homem e sua vida na terra





          
 


Deus não criou o mal, a lei natural é a Sua lei (1). O homem traz na consciência a lei de Deus (2). Se a observasse fielmente, seria perfeitamente feliz, pois essa lei é a única necessária à felicidade do homem. Essa lei escrita na consciência do homem lhe indica o que ele deve ou não fazer e ele só se torna infeliz quando não a observa. O Espírito, tendo seu livre arbítrio, nem sempre a observa, com isso, se envolve com o mal (geralmente gerado pelo egoísmo extremado), e isso resulta em infrações a essa lei que com o tempo tem que reparar para poder voltar ao bom caminho (3).

Fazendo a distinção entre a alma e o homem, podemos dizer que a alma (espírito elementar ou princípio inteligente) (4) é criada simples e ignorante (5), quer dizer, nem boa nem má, mas suscetível, em virtude do seu livre arbítrio, de tomar o caminho do bem ou o do mal, ou melhor dizendo, de observar ou infringir as leis de Deus. O homem nasce bom ou mau conforme seja a encarnação de um Espírito adiantado ou atrasado.

A origem do mal sobre a Terra resulta da imperfeição dos Espíritos que nela estão encarnados. A predominância do mal decorre de que, sendo a Terra um mundo inferior, a maioria dos Espíritos que a habitam são, eles mesmos, inferiores, ou progrediram pouco. Em mundos mais avançados, o homem terrestre, por sua evolução, naturalmente, não teria condições de se encarnar, pois nesses mundos onde vivem Espíritos depurados, o mal já não faz mais parte deles.

A Terra pertence à categoria dos mundos de expiação e provas (6), razão por que aí vive o homem a braços com tantas misérias. Assim, pode ser considerada, ao mesmo tempo, como um mundo de educação para os Espíritos pouco avançados, e de expiação para os Espíritos que infligiram a lei natural. Os males da Humanidade são a consequência da inferioridade moral da maioria dos Espíritos encarnados. Pelo contato dos seus vícios, eles se tornam reciprocamente infelizes e se punem uns aos outros.

Podemos figurar Terra como um subúrbio, um hospital, uma penitenciaria, um sítio malsão. Assim podemos compreender por que as aflições sobrelevam aos gozos, porquanto não se mandam para o hospital os que se acham com saúde, nem para as casas de correção os que nenhum mal praticaram; nem os hospitais e as casas de correção se podem ter por lugares de deleite. Da mesma maneira que numa cidade, a população não se encontra toda nos hospitais ou nas prisões, também na Terra não está a Humanidade inteira. Assim, do hospital só saem os que se curaram, da prisão só saem os que cumpriram suas penas. O homem só deixará de viver em mundos semelhantes a Terra, quando estiver curado de suas enfermidades morais. (6)

Para aquele que vê tudo pela vida presente, e que acredita ser única, ver um homem mau prosperar e o de bem ser alvo de muitas aflições, isso deve lhe parecer uma soberana injustiça. Contudo, não ocorre o mesmo para aquele que considera a pluralidade das existências, para este, cada existência é uma brevidade em relação à eternidade. O estudo do Espiritismo prova que a prosperidade do mau terá terríveis consequências nas existências seguintes; que as aflições do homem de bem são, ao contrário, seguidas de uma felicidade tanto maior e durável quanto ele as procura enfrentar com sabedoria e resignação, assim, para ele, uma existência com dificuldades é como se fosse apenas um momento infeliz (contudo, de grandes aprendizados) diante da eternidade.

Como prova de aprendizado ou de expiação uns poderão nascer na indigência e outros na opulência, cegos, surdos, mudos ou atacados de enfermidades incuráveis, enquanto que outros poderão ter todas as vantagens físicas. Isso não é efeito do acaso nem da Providência. Se é efeito da Providência, pergunta-se onde está sua bondade e sua justiça? Ora, é por não compreenderem a causa desses males, que muitas pessoas são levadas a acusá-la. Compreende-se que aquele que se torna miserável ou enfermo por suas imprudências ou seus excessos, seja punido por onde errou; mas se a alma é criada ao mesmo tempo que o corpo, que fez ela para merecer semelhantes aflições, desde o seu nascimento, ou para delas estar isenta? Se se admite a justiça de Deus, deve-se admitir que esse efeito tenha uma causa, sendo assim, se essa causa não está nesta vida, deve ser de antes dela, porque em todas as coisas, a causa deve preceder o efeito; por isso, é preciso, pois, que a alma tenha vivido e que tenha merecido uma expiação. Os estudos espíritas nos mostram, com efeito, que a maioria dos homens que nasceram na miséria, foram ricos e considerados em uma existência anterior, mas, fizeram mau uso da fortuna que Deus lhe deu para gerir, também, foram descorteses, orgulhosos e poderosos, agora, numa existência posterior, a vida no-los mostram, às vezes submetido às ordens daquele mesmo ao qual comandou com dureza, sob os maus tratos e a humilhação que fez os outros suportarem.

O castigo é o aguilhão que estimulará a alma, pela amargura, a se dobrar sobre si mesma e a buscar o porto de salvação (7). O castigo é temporário e só tem por fim a reabilitação, a redenção. O homem sofre sempre a consequência de suas faltas; não há uma só infração à lei de Deus que fique sem a correspondente punição. A severidade do castigo é proporcionada à gravidade da falta. Indeterminada é a duração do castigo, para qualquer falta; fica subordinada ao arrependimento do culpado e ao seu retorno a senda do bem; a pena dura tanto quanto a obstinação no mal; seria perpétua, se perpétua fosse a obstinação; dura pouco, se pronto é o arrependimento. Desde que o culpado clame por misericórdia, Deus o ouve e lhe concede a esperança. Mas, não basta o simples pesar do mal causado; é necessária a reparação, pelo que o culpado se vê submetido a novas provas em que pode, sempre por sua livre vontade, praticar o bem, reparando o mal que haja feito. (8)

Nem sempre uma vida penosa é uma expiação, frequentemente, é uma prova escolhida pelo Espírito, que tem por objetivo avançar mais rapidamente, se a suportar com coragem. A riqueza é também uma prova, porém, mais perigosa que a da miséria, pelas tentações que oferece e os abusos que provoca. Relatos dos próprios Espíritos que a viveram mostram que diante da tentação da riqueza dificilmente consegue-se sair vitorioso.

A diferença de posições sociais seria a maior das injustiças, quando não resulta da conduta da vida atual, se ela não devesse ter uma compensação. É a convicção que se adquire desta verdade pelo Espiritismo, que dá a força para suportar as vicissitudes da vida e aceitar a sorte sem invejar a dos outros.

NOTAS

(1) Ver Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, livro terceiro, itens 614 e 630.

(2) Ver Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, livro terceiro, item 621.

(3) Podemos dizer que o homem segue o bom caminho quando se deixa conduzir pela lei natural ou lei de Deus escrita na sua consciência; e o do mal quando egoisticamente pensa em si mesmo desprezando o que lhe diz a consciência. (Ver Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, livro terceiro, item 621 e 630.)

(4) Ver Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, livro primeiro, item 23 e O que é o Espiritismo, cap. II, Dos Espíritos, item 14 e nota de A. Kardec.

(5) Ver Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, livro segundo, Progressão dos Espíritos, item 115.

(6) Ver Allan Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap, III.

(7) Ver Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, livro quarto, item 1009, Paulo, o apóstolo.

(8) Ver Allan Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo, XXVII - Pedi e obtereis - item 21 

 
 
O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser  . . . ser luz  e finalmente
 encontrar  o Reino de Deus
em seu coração !!!
 
Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia

Aspecto da Vida dos Recém-Desencarnados



Mauro Paiva Fonseca

"À proporção que se liberta, a alma encontra-se numa situação comparável àquele que desperta de profundo sono. Bem diverso é, contudo, esse despertar". Allan Kardec

Através das instruções de pesquisadores, dos conhecimentos auridos em diálogos com Espíritos desencarnados, que já alcançaram certo grau de independência e evolução, e da vivência freqüente com Espíritos enfermos nas sessões mediúnicas de tratamento, podemos afirmar a existência de um princípio geral, que orienta a situação do Espírito, após seu retorno ao plano extrafísico: ao deixar a vida material, gravita automaticamente para a posição que lhe seja peculiar.

Evidentemente, o tempo em que isto ocorre é extremamente variável, dependendo dos fatores que influenciaram a desencarnação, do móvel moral/intelectual conquistado durante a experiência terrena que acabou de deixar, e do acervo remanescente das existências anteriores, referentes ao comprometimento com o automatismo da lei de causa e efeito.

A situação em que a alma se encontrará não lhe acrescentará poder, conhecimento ou liberdade, além do que já possua. Apenas uma certa agudez de percepção lhe fará sentir-se diferente da condição anterior de encarnada.

A invisibilidade e a intangibilidade serão as características comuns a todos os desencarnados, com relação aos que deixaram na retaguarda, passando a perceber, com nitidez, os também desencarnados que estejam na sua situação evolutiva, ou abaixo dela.

Quanto aos Espíritos de grau superior, somente são vistos ou percebidos, se assim o desejarem. O abalo da desencarnação, em muitos casos, não deixa o Espírito perceber a realidade da própria situação, isto é, não acredita que morreu, tal a identidade entre a aparência do corpo físico e a do espiritual, que é semelhante.

Como no mundo espiritual "o pensamento é tudo", o Espírito reforça a realidade físico-espiritual em que se encontra, consolidando a forma ideoplástica do próprio aspecto com que se sente exteriorizar na nova situação.

A vontade, que é a força modeladora do pensamento, dependendo de sua intensidade, promoverá a consecução dos objetivos que o Espírito pretenda alcançar. O retorno ao reduto doméstico, por exemplo, algumas vezes é conseguido pelo anseio forte que o desencarnado demonstre, embora ele não perceba como o conseguiu.

O pensamento, sendo a força por excelência na vida extrafísica, aqueles que se mantenham preocupados com os assuntos e bens da vida material recém-abandonada conservam-se presos a eles, o que lhes dificulta sobremaneira a ascensão a patamares espirituais mais elevados.

Uma expressiva quantidade de recém-libertos do corpo se compraz em manter-se ligada às sensações da vida física, na ilusão de que assim prolongariam a condição de "vivos". Para conseguir tais sensações, alimentam-se das energias sugadas dos encarnados, que se lhes assemelham, moral e intelectualmente.

Esses encarnados funcionam como "pontes vivas". Os que se viciaram no álcool, nas drogas ou nos desvios da sensualidade conseguem justapor-se aos seus "hospedeiros", sugando-lhes as energias encharcadas daquele estado vibratório que os satisfaz.

Ao desencarnar, os órgãos permanecem existindo no corpo espiritual, arrastando consigo as necessidades próprias de cada um. Com a natural evolução da alma, a satisfação das necessidades exigidas por eles vai desaparecendo, com tempo muito variável, de um Espírito para outro, até extinguir-se, já que o Espírito se mantém com outros recursos de alimentação energética, como a respiração e a absorção pranaiama.

Os desencarnados que fazem a passagem em elevado estado de debilidade são recolhidos a hospitais espirituais existentes nas regiões próximas à Crosta, onde são tratados quase como se encarnados fossem, e alimentados normalmente com caldos, sucos, etc. Na verdade, a necessidade desses recursos existe mais por causa do estado mental dos pacientes do que por exigência do corpo espiritual.

Não é imediatamente que o Espírito se liberta da escravidão dos sentidos. Somente à proporção que o domínio mental se vai ampliando e intensificando é que ele vai se inteirando da nova realidade, e eles, os sentidos, irão deixando de atuar como necessidade imperiosa.

Extraído da Revista Reformador, Dezembro/2006, p36-37.
 
 
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Irene Ibelli 
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